Não o mais querido, mas não o mais odiado, a grande aposta da Kaos Studios! Será que realmente valhe a pena?
· -Kaos Studios
· -15 de Março 2011
· -17 anos
· -1 – 32 jogadores
· -Online
· -Xbox 360, PS3 e PC
· -Ação/Plataforma
Categoria | NOTAS |
Jogabilidade/Multiplayer | 7 |
Enredo | 9 |
Gráficos | 8 |
Controles Média | 8 8 |
Tanto alvoroço se fez neste game, que achamos que seria o mais novo épico de guerra. Apenas em seu primeiro dia nas lojas, o FPS Homefront vendeu 375 mil cópias nos, ultrapassando as expectativas para o game. A grande demanda pelo game, porém, ultrapassou a expectativa de usuários simultâneos nos servidores online, causando quedas de conexão e impossibilidades de jogo para diversos usuários. As notas medianas atribuídas ao game pelos sites internacionais também causaram uma queda de 36% nas ações da distribuidora na bolsa de valores americana. No estilo de CoD, Homefront é um jogo curto de no máximo 5 horas para um preço digamos não justo, motivo da qual é criticado. Mas vamos analisar-lo com calma:
Enredo:em 2027, os Estados Unidos da América deixam de ser a maior potência mundial dando lugar a uma supernação constituída pelas Coréias do Norte e do Sul. A Coréia do Norte ignora as sanções das Nações Unidas em relação ao desenvolvimento de armas nucleares. A morte de Kim Jong-Il faz com que se dê a ascensão ao poder de seu filho, Kim Jong-Un.
Entretanto, conforme a nova Grandiosa República da Coréia experimenta seus dias de glória, a antiga hegemonia americana começa a ruir. Além da instabilidade social causada por uma alta sem precedentes nos preços do petróleo há ainda pandemias, falência de instituições financeiras vitais e, por fim, a declaração de lei marcial e a dissolução das Nações Unidas.
Diante desse cenário, aparece os nossos queridos e heróicos Estados Unidos da America para combater esse mais novo tirano que se tornou a Coréia.
As conseqüências da violência e da guerra são focadas no game. Definitivamente, não é algo bonito de se ver - na verdade, é algo bem obscuro e trágico. O objetivo dos desenvolvedores foi passar para o jogador que eles terão de matar humanos, então o game vem com o intuito de conscientizar através da emoção e humanização entre um headshot e outro.
Jogabilidade:
Uma coisa muito interessante em Homefront é suas Battle Points. Que servem pra você adquirir helicópteros, jipes de guerra, artilharia etc.. no modo multiplayer. Este que traz mapas e cenários bem detalhados e um divertido trabalho em equipe.
Mas mesmo assim, sua jogabilidade deixa um pouco a desejar, mesmo tendo um enredo interessante, jogos de FPS não se baseiam só em histórias. Porque até mesmo sua história apoteótica envolvendo um piloto de helicóptero desesperançado consegue esconder o fato de que a jogabilidade de Homefront parece ter sido forjada durante as primeiras gerações de FPS. E isso em praticamente todas as dimensões: movimentação, efeitos de tiro, conversações, etc. O que lembra? Um counter – strike futurista...
Os personagens deixam a desejar, você joga com Robert Jacobs um piloto de helicóptero recrutado pela resistência por conta dessa habilidade, além dele temos Boone ( um tira ), Connor ( militar ), Rianna ( caçadore especialista em sobrevivência ) e Hopper ( um mestiço meio coreano e meio norte – americano que tem orgulho de ter nascido no E.U.A. Por ser um excelente mecânico acaba sendo um membro importante dessa equipe. ) Mas mesmo assim, suas personalidades e até suas aparências parecem ser algo “herdado”do nosso querido CoD, o que é um pouco frustrante.
A inteligencia artificial do jogo é tosca, apesar do jogo ser relativamente dificil, os adversarios dão aqueles bugs toscos onde eles ficam presos na parede.
O que podemos concluir?
Podemos concluir que Homefront não será uma ameaça a CoD, será só mais um titulo que os fãs de FPS comprarão para se divertir no modo multiplayer e olhe lá. História intrigante boa pedida para quem gosta de jogos que envolvem política, jogabilidade um tanto quanto fraca, personagens que deixam a desejar, modo multiplayer legalzinho, gráficos na média para PS3 e Pc porém péssimos para Xbox 360 ( Vai entender... ). Mesmo o presidente da THQ dizendo que Homefront pode ter um futuro semelhante à CoD ( este que no começo não era tão querido, depois olha só no que deu ) achamos que seria um pouco dificil de isso acontecer. Enfim, é um jogo que mostra a dura realidade da guerra, suas verdades e tragédias. Se eu tivesse que escolher entre jogar e não jogar, mesmo diante dos defeitos do game, diria sem dúvida que valhe a pena jogar. Mas isso cabe a cada um escolher!
By: Marih